25 de março de 2015

Organização para além da arrumação


Aprendi que Organização não é o mesmo que Arrumação.
Organização vai muito além disso.
Imagem sem referência. 


Quando decidi que ficaria em casa para cuidar da minha pequena Melina, não imaginava que iria me deparar com tantas questões de planejamento e organização doméstica. Como uma grande parcela de mulheres da minha geração, fui educada para estudar, estudar, estudar, trabalhar muito e construir uma carreira. É claro que a família esperava que eu também me casasse, tivesse filhos e uma casa decente. Eu não acho que todas esses requisitos sejam incompatíveis, mas reconheço que, quando nos dedicamos demais a um aspecto da vida, o outro fica naturalmente em segundo plano. Além disso, eu viajava demais a trabalho. Assim, não era minha prioridade desenvolver meus dotes culinários e domésticos. Meu marido e eu sempre mantivemos a casa e a vida doméstica em ordem mas, com a chegada de uma criança, as coisas mudaram e as exigências aumentaram bastante. 

De repente, eu me vi com uma jornada de quinze horas ininterruptas de trabalho,  e com muitas coisas a fazer - entre elas, cozinhar para a criança que começou a se alimentar de papinhas. Eu tenho uma pessoa que trabalha na minha casa duas vezes por semana, se encarregando de fazer a faxina e passar roupas. Pelo menos a limpeza pesada e a passadoria da maioria das roupas - não todas, algumas sobram pra mim - não tenho que fazer, mas preciso organizar e comandar para que tudo ande nos trilhos: Não acumular roupas sujas, não faltar produtos de limpeza, planejar as refeições da criança e a compra de supermercado, entre outras pequenas coisas que fazem a diferença na delegação de tarefas. No meio disso tudo, me veio uma falta de memória incrível. Eu sempre era pega de surpresa com a geladeira vazia ou a despensa faltando itens básicos, precisando fazer comidinhas para Melina (para a criança não comer todo dia a mesma coisa), e por aí vai. 

Buscar soluções que facilitem o dia-a-dia,  liberando a mente para o que realmente interessa,
além de poupar um tempo precioso.

Confesso que me estressei um pouco no começo, e fiquei um pouco angustiada com a falta de traquejo doméstico. Não me conformava que, tendo sido uma gerente de produto de grandes empresas por mais de uma década, agora não era capaz de gerenciar minha própria casa. Essa cobrança interna é fruto de uma crença que eu tenho. Eu acho fundamental que as pessoas - independente do gênero, profissão, status e situação financeira - saibam cuidar dos seus lares e de suas famílias. Acho ótimo poder contratar pessoas que prestem serviço como faxineiras, passadeiras, cozinheiras... Mas, antes disso, sou da opinião que todo mundo deve saber fazer o mínimo para viver bem, independente da mão-de-obra de terceiros. Talvez eu esteja exigindo demais de mim mesma. Mas eu sinceramente acredito nisso.

Seguindo esse raciocínio, tomei a decisão de agir com a casa e a vida doméstica como eu faria no meu ambiente profissional. Fui atrás de informação, dicas, livros e de gente que entende mais do que eu e que poderia me ajudar. Não procurei nenhum curso a respeito porque nesse momento não tenho disponibilidade para me ausentar e participar de aulas, eventos e workshops. Mas se eu estivesse disponível, eu o faria. 

O lugar onde eu encontrei muita informação de qualidade foi o blog da Thais Godinho, o Vida Organizada. Ela é muito profissional e muito competente no assunto Organização e Planejamento, e escreve com paixão sobre o tema. É uma pessoa estudiosa e dedicada, se debruça sobre as possibilidades, testa, analisa as diversas opções e metodologias de organização e escreve de maneira clara e objetiva sobre o assunto. Eu já lia o blog dela há bastante tempo, mas virei o blog dela do avesso. Depois que a Melina ia dormir, eu pesquisei muitas coisas no blog e até comprei o livro dela - Vida Organizada - que foi uma luz para mim em muitos aspectos. 


O livro da blogueira Thais Godinho fornece dicas simples, claras e objetivas.
Coloquei várias delas em prática e senti que o dia-a-dia ficou mais simples e fácil de lidar.
Imagem via blog Vida Organizada.


O mais importante que eu aprendi com o material produzido pela Thais foi que o conceito de Organização não se resume nem se confunde com Arrumação, como a maioria das pessoas associa. Entendi que eu não estava sofrendo de falta de memória, nem era uma "incompetente" no que se referia a minha vida doméstica. Apenas me faltava - e ainda me falta - planejamento, soluções e rotinas estruturadas para manter a vida nos trilhos, em movimento, sem com isso ficar enlouquecida e completamente sem tempo para realizar minhas vontades e sonhos. Havia dias que, ao me deitar tarde da noite, eu mal tinha conseguido ir ao banheiro ou pentear os cabelos. Ler um capítulo de um livro? Escrever no blog? Enviar uma mensagem para um amigo? Tudo isso parecia impossível.


"Organização tem a ver com funcionalidade,
não com beleza, aparência, limpeza, arrumação. 
Ser organizado é criar sistemas que facilitem o dia a dia."
Thais Godinho


Era isso que estava me deixando frustrada e, acredito, deve acontecer com outras mulheres também, que mergulham na vida doméstica e familiar sem planejamento algum e acabam por se anular, porque se não houver uma administração eficiente do tempo, não sobra mesmo nem um minuto para ser você mesma. 

O livro da Thais me ajudou a inaugurar uma forma nova de lidar com o meu dia-a-dia, me forneceu ferramentas simples para implementar as rotinas do lar e da família e, o mais importante, me ajudou a abrir espaço no dia para minhas atividades de interesse pessoal. Por isso eu indico o blog dela e o seu livro, e ainda vou escrever mais a esse respeito em posts futuros. Aguardem!



24 de março de 2015

Enxoval de banho do bebé


Algumas de minhas amigas estão grávidas e me pedindo dicas de enxoval. Comecei a passar algumas dicas individualmente, mas achei melhor postar no blog pois assim um número maior de futuras mamães podem se beneficiar das dicas. 

Já falei sobre o enxoval do bebê AQUI e sobre a mala da maternidade AQUI. Hoje gostaria de falar sobre o enxoval de banho do bebê.

Em primeiro lugar, quero dizer que não é preciso comprar muitas coisas. Um bebê não consome tanto quanto dizem por aí, nem o mundo e o comércio vão acabar no dia do nascimento do seu filho. Se faltar alguma coisa, o papai ou a vovó sempre podem dar uma saída e buscar o que faltou.

Em segundo lugar, siga sua intuição na hora das compras, e compre os itens que a deixarão mais segura. Um exemplo: Quando eu estava grávida da Melina, muitas amigas com filhos me disseram que era besteira gastar dinheiro com uma banheira porque eu usaria pouquíssimo. Muitas pessoas me aconselharam a comprar um balde especial para dar banho em bebês. Pois bem. Não comprei o balde - e não senti falta dele - e comprei a banheira, na qual Melina toma banho até hoje com oito meses de idade. Portanto, tenha em mente que cada caso é um caso, e você só descobre o que melhor funciona para o seu bebê, e facilita a sua rotina como mãe, testando as possibilidades.

A seguir os itens que eu considero essenciais, segundo minha experiiência.

A banheira. Comprei uma banheira simples mas com suporte, da marca Burigotto. Ela fica alta, na altura da cintura, e isso nos ajudou muito - a mim e ao meu marido - pois a coluna lombar de pais e mães sofre demais com a chegada do bebê. Tudo que estiver disponível para dar conforto físico aos pais, eu recomendo. E a banheira com suporte, sem dúvida, é um destes itens.
Existe a opção desta mesma banheira com uma tampa removível que serve de trocador mas, para mim, não foi necessário, pois montei o trocador encima de uma cômoda.


Banheira com suporte Burigotto. Nossa coluna agradece!
Imagem via Web.

A rede de segurança. Ganhei de presente de uma amiga que estava com um bebê recém-nascido e, portanto, tinha mais experência do que eu. Trata-se de uma rede de nylon que você prende na cabeceira e nas laterais da banheira, dando suporte para que o bebê não afunde nem fique solto dentro da banheira. Com este acessório, vocé fica com uma mão livre para ensaboar o bebê e manusear o chuveirinho. Item essencial e necessário, do meu ponto de vista. Recomendo, foi um dos melhores presentes que ganhei. 


Rede de segurança para banheira. Presente de quem é entendido no assunto.
Essencial!
Imagem via Web.


Toalha com capuz. Eu comprei quatro toalhas com capuz, mas duas ou três seriam suficientes. Na verdade, eu tinha colocado três toalhas na minha lista de enxoval mas, no oitavo mês de gravidez, eu vi uma toalha muito bonitinha - na Renner - feita de um tecido felupudo atoalhado muito macio e não resisti. É uma das que mais uso com a Melina. Mas, ainda assim, reconheço que quatro tolhas foi um pouco demais, não precisava. Até porque elas são pequenas e logo o bebê cresce e você precisa de uma toalha maior.


Toalhas com capuz. Neste item a mãe pode se divertir escolhendo as mais bonitas.
Imagem via Web.



Toalha fralda. Uma toalha feita de tecido de fralda. Imagine uma fralda grande. É isto. A toalha fralda é usada no bebê recém-nascido pois seu tecido é delicado e com alto poder de absorção. Você não precisa esfregar a criança para secá-la. Basta pressionar a toalha levemente sobre o corpo do bebê e ela enxuga com suavidade. A pele do recém-nascido é muito delicada, normalmente descama nos primeiros dias, é preciso ter cuidado e leveza nesse momento de secá-lo após o banho.
A melhor toalha fralda do mercado é a da Cremer. Normalmente ela vem sem bainha, é preciso pedir para uma costureira fazer a bainha para não desfiar. A minha mãe fez seis toalhas fraldas a meu pedido, e ainda decorou com rendinhas e babadinhos. Ficaram lindas, mas seis toalhas foi demais. Destas peças, duas eu nunca usei. Estão novinhas no armário.
Existe também um tipo de toalha fralda que é duas em uma. Por fora é uma toalha de capuz, de tecido felpudo atoalhado e, no interior, ela vem forrada com o tecido de fralda. Costumam ser mais caras, mas acho que vale a pena ter uma ou duas, embora eu não tenha comprado nenhuma deste modelo. Eu colocava a toalha fralda avulsa dentro da toalha de capuz e funcionou super bem.


Toalha fralda Cremer. Acho que é a mais antiga e, sem dúvida, a melhor do mercado.
Imagem via Web.


Sabonetes e shampoos. Não compre muitos itens de sabonete e shampoo pois vão mofar no armário do seu banheiro. Um sabonete em barra dura meses! Um shampoo também. O bebê é muito pequenininho e não é uma criança que se suja muito, por isso os produtos duram tanto. 
Eu prefiro - desde o início - sabonete em barra porque acho mais fácil de manusear. Eu tentei sabonete líquido, mas achei complicado de fazer tudo com uma mão só (a outra estava segurando o bebê). Eu usei sabonete em barra das marcas Johnson's baby Centrilan e Weleda. Achei todos ótimos, mas o que mais gosto é o último, embora não seja muito barato. Mas, como eu disse anteriormente, ele dura muito! Então vale a pena. 


Sabonete vegetal com extrato de calêndula da Weleda.
Saudável para a pele do bebê e com um perfuminho leve e gostoso.
Imagem via Web.



O shampoo eu uso o da Turma da Mônica e comprei uma versão com válvula pump, que facilita muito o manuseio na hora do banho. Só encontrei este modelo com válvula a venda no Sam's Club. Nunca vi em nenhuma farmácia ou supermercado. É uma embalagem grande, dura muito.
Não uso condicionador, nem hidratante, nem óleo ou talco. Vale dizer que a Melina é carequinha, quase não tem cabelo. Por isso não me preocupo com condicionador. 



Shampoo da Turma da Mônica deixa um cheirinho delicioso de bebê  fofo.
Imagem via Web.


Estes são os itens que considero essenciais para o banho do bebê e que uso diariamente com minha pequena Melina, mesmo ela já estando com oito meses.
Espero que tenha ajudado às futuras mamães. Dúvidas e sugestões é só deixar nos comentários do post.

17 de março de 2015

Por que decidi continuar com o blog

Imagem sem referência.



Desde que minha pequena Melina nasceu precisei rever minha rotina, reorganizar meu tempo e redefinir minhas prioridades.

O trabalho de cuidar de um bebê - integralmente e sem ajuda de terceiros (leia-se família, amigos, babás ou creches) - significa uma jornada de 12 a 15 horas ininterruptas diariamente. De segunda a segunda, sem direito a sábados, domingos ou feriados. Além disso, é um trabalho que exige do corpo e do psicológico também. No final do dia, o cansaço é enorme, o corpo fica moído e a mente não tem disponibilidade para trabalhos extras. Dependendo do bebê é possível ter uma noite de sono. Nem sempre isso acontece, algumas mães não tem essa sorte por longos meses. Privação de sono faz parte da maternidade, em menor ou maior grau. 

Além do disso, a opção de parar de trabalhar me obrigou a rever minhas prioridades em relação a dedicar meu tempo - escasso e precioso - a atividades não remuneradas como, por exemplo, redes sociais e o blog. 

Em outras palavras, por que continuar a escrever o Lar Dulci Lar? Essa atividade demanda um tempo enorme de pesquisa, redação e edição. Exige dedicação, criatividade, foco e o retorno financeiro é nulo atualmente. "Vale mesmo a pena continuar?" Me questionei muito. Vale dedicar minhas horas de sono, de descanso, de lazer, de um bom filme escrevendo aqui? Por que eu faria isso afinal?

A resposta para meus questionamentos veio de uma maneira bem simples e bastante direta. Em uma tarde, no grupo de amamentação do qual faço parte (sobre o qual escreverei um post dedicado), eu estava conversando com uma mãe cujo bebê de seis meses de idade estava com dificuldades na introdução de alimentação sólida. Ela tinha dúvidas quanto aos ingredientes, o preparo, a consistência da papinha, a melhor forma de congelar. A situação era angustiante para ela, porque a licença maternidade estava chegando ao fim, esta mãe estava prestes a voltar a trabalhar e o bebê, que ia ficar na creche, não estava aceitando a comida. 

Nós duas conversamos a respeito desse assunto. Eu, que no primeiro mês de papinhas penei bastante entre panelas, hortifrutis, receitas na internet, livros e uma pia apinhada de louça suja (típico de quem não tem muita prática na cozinha), estava mais confiante e familiarizada com o processo. Consegui, eu acho, dar algumas dicas e me coloquei a disposição da moça para ajudá-la como fosse possível. Quando encerramos a conversa, eu voltei para casa pensando: "Eu podia postar no blog algumas receitas básicas de papinhas que fiz para a Melina, com algumas dicas de preparo. Acho que vai ajudar algumas mães."

Bingo! Ao ouvir esse discurso interno, a resposta para meus questionamentos quanto ao blog ficou clara. Compartilhar, dividir, conversar, trocar. É isso que eu gosto de fazer. Este é, sem dúvida alguma, um traço marcante da minha personalidade. Se leio um livro e gosto dele, logo quero indicá-lo para os amigos que eu acredito que vão se identificar e gostar. Se descubro algo prático que facilitou minha vida, logo posto em alguma rede social porque acho que pode ser útil para mais alguém. E faço isso a troco de quê? Pelo puro prazer de compartilhar. Porque a gente estender a mão - ainda que com uma palavra, uma dica, uma idéia, uma troca de experiência - pode iluminar o caminho de muita gente. 

Nem tudo nesse mundo precisa ser pago. E, nesse quesito, a blogosfera é muito generosa. É claro que há meios de remuneração para blogueiros que dedicam seu tempo e conhecimento para escrever. E acho justíssimo. Mas o leitor tem acesso gratuito (não estou contando a conexão né gente?) a um conteúdo enorme e sobre quase tudo neste mundo em blogs. E ainda pode comentar, interagir, perguntar, fazer uma amizade com o autor, contribuir. 

Foi assim, em uma conversa informal e despretensiosa que, finalmente, encontrei uma resposta que procurei por tanto tempo. Eu escrevo para compartilhar porque assim caminhamos juntos, independente de onde estamos vivendo. 

Meu blog querido, aqui me tens de regresso. ;o)


16 de março de 2015

Sobre escolhas

Eu e minha pequena Melina.
Imagem do pai fotógrafo, Andre Eleutheriadis


Tantas coisas!!! Por onde começar?

Minha pequena Melina está com quase oito meses de vida fora da barriga. Cresceu, engordou, descobriu as mãos, depois os pés, aprendeu a chupar o dedo, ficou de bruços, ensaia diariamente novos sons e gritinhos, aprendeu a segurar os brinquedos, começou a comer papinhas e frutas e agora fica sentada. Todos os dias ela experimenta um novo aprendizado e também uma nova conquista. Testemunhar um ser humano se desenvolver e descobrir a si mesmo e o mundo a sua volta é um milagre cotidiano. 

Minha vida mudou totalmente. E, porque eu mudei também, estava muito difícil voltar a escrever. Eu pensava, pensava... E não sabia por onde começar a escrever. Senti muitas saudades do blog, mas a "vida prática" consumiu (e ainda consome) todo meu tempo e energia. Mas hoje decidi contar pra vocês que estou aqui, em uma nova forma, em uma nova vida, com novos horizontes a frente.

Fiz uma escolha importante: Decidi suspender minhas atividades profissionais, em outras palavras, saí do emprego para ficar com a Melina em tempo integral.  Embora tenha sido uma decisão difícil, estou feliz em ter feito esta escolha porque acredito que foi melhor não só para ela, mas também para mim. Apelidei a minha decisão de Período Sabático Maternidade e até divulguei no meu curriculo no Linkedin. Achei importante fazer isto porque não estou largando minha carreira. Ao contrário, trata-se de uma pausa pensada, decidida, estratégica não só na carreira mas na vida.

Estou mais caseira do que nunca, claro. E descobri que tenho muito o que aprender a respeito de gerenciamento do lar e da vida familiar. Sinceramente, aqui entre nós, era bem mais fácil gerenciar um business de camisaria. Descobri que a casa é uma "operação complexa" e está exigindo de mim todos os meus conhecimentos gerenciais, processuais e de planejamento. Sobre isso vou ter muito o que contar pra vocês em posts futuros.

A gente vai voltar a se encontrar por aqui. O blog vai voltar a ter publicações, com foco diferente e em um ritmo mais lento do que tinha antes da Melina nascer. 

A gente se encontra em breve!
Um abraço para meus leitores queridos e muuuito pacientes.
Dulci 


12 de outubro de 2014

Vem comigo




Queridos Leitores,
A minha nova vida de mãe de um bebê-de-quase-de-três-meses-de-idade não está me dando folga para escrever no blog.  Não consigo, por enquanto, pausas longas o suficiente para pesquisar, escrever, fotografar e montar os posts como antes. 
Atualmente, toda minha comunicação e criatividade estão sendo realizadas através do Iphone. Bebê de um lado, Iphone do outro. Sendo assim, estou publicando quase diariamente na fanpage do blog, no Facebook. Vem comigo? É só curtir a página do Lar Dulci Lar clicando aqui. Daí a gente não fica tanto tempo sem se falar.
Espero vocês lá para um café, por hora, descafeinado - que é pra criança ficar calminha e dormir a noite!

Beijo pra vocês!
Dulci