12 de outubro de 2014

Vem comigo




Queridos Leitores,
A minha nova vida de mãe de um bebê-de-quase-de-três-meses-de-idade não está me dando folga para escrever no blog.  Não consigo, por enquanto, pausas longas o suficiente para pesquisar, escrever, fotografar e montar os posts como antes. 
Atualmente, toda minha comunicação e criatividade estão sendo realizadas através do Iphone. Bebê de um lado, Iphone do outro. Sendo assim, estou publicando quase diariamente na fanpage do blog, no Facebook. Vem comigo? É só curtir a página do Lar Dulci Lar clicando aqui. Daí a gente não fica tanto tempo sem se falar.
Espero vocês lá para um café, por hora, descafeinado - que é pra criança ficar calminha e dormir a noite!

Beijo pra vocês!
Dulci

13 de agosto de 2014

Uma vida mais feliz

Pedacinho de amor.
Foto do pai coruja Andre Eleutheriadis.


Queridos Leitores,

Minha pequena Melina chegou com saúde e tranquilidade, e com ela uma vida mais feliz e mais completa. No momento estamos 100% absorvidos por esse pedacinho de gente que só nos dá felicidade a cada olhar, cada mamada, cada choro, cada banho e cada espreguiçada ao acordar. 

As atividades do blog e da fanpage ficarão temporariamente suspensas pois estou totalmente envolvida no aprendizado e na curtição da maternidade.

Agradeço enormemente o carinho e a compreensão de todos vocês.
Voltaremos em breve.

Um grande abraço,
Dulci



20 de julho de 2014

Comprar o enxoval fora do Brasil


"É o que está dentro de conta".
Um lembrete muito importante em frente a Liberty de Londres.
Imagem Dulci Dantas


Virou moda viajar para o exterior para comprar o enxoval do bebê. Muitas pessoas falam sobre isso como uma necessidade, uma obrigação, como se não fosse possível comprar o enxoval por aqui mesmo. Todo mundo comenta dos preços, que são muito mais baratos fora do país. Sim, os preços são melhores, e às vezes, a qualidade também. Mas não devemos esquecer dos custos da viagem e da condição de pagamento à vista sem possibilidade de parcelamentos.

Quase todo mundo que me conhece, e que sabe que eu viajo bastante para o extterior a trabalho, ficou surpreso quando eu disse que não faria essa tal viagem de compras de enxoval. Não, eu não iria nem para Miami nem para Nova York. Na verdade, o que aconteceu comigo é que viajei para Londres a trabalho por uma semana, e lá consegui comprar algumas coisas que precisava: Somente roupas e alguns itens de alimentação e higiene. Comprei pouco, se comparado com o que vejo as pessoas comprando em viagens. Além de só conseguir comprar fora do horário de trabalho, o espaço na minha mala era bem limitado. Eu não comprei os itens grandes nem caros, que constituem o principal motivo pelo qual as pessoas viajam para comprar. Deixei o carrinho e o bebê conforto para comprar aqui mesmo no Brasil, com calma e valor parcelado.

O que eu tenho a dizer a respeito de viajar para comprar é o seguinte: Os preços são bons, a qualidade é boa, mas é preciso estar com uma lista bem planejada e com um roteiro organizado. Do contrário, é fácil se perder e acabar andando demais, gastando além da conta, além de comprar errado e voltar para o Brasil com malas explodindo. Saber onde ir, o que comprar (veja um post sobre enxoval AQUI) e até quanto gastar. Para isso, é indispensável uma lista de compras, a relação de endereços e mapa, além de uma calculadora.  E uma dica extra: Quando compro em dólar eu multiplico o preço da etiqueta por 3, e quando compro em libras multiplico por 4, independente da cotação do momento. Com isso, eu nunca tenho surpresas quando recebo a conta do cartão.

É muito importante ficar atento aos tamanhos das roupinhas, sobretudo se você, assim como eu, for mãe de primeira viagem. A modelagem varia muito.  Por esse motivo, não aconselho comprar tudo de uma única marca, pois se a modelagem não vestir bem o seu bebê você terá o problema em todo o enxoval.

Eu, de minha parte, tive uma boa experiência pois eu sabia exatamente aonde ir, o que eu queria comprar e tinha um orçamento muito bem definido assim como um espaço muito restrito na minha mala. Em outras palavras, não podia comprar muito, pois eu estava em uma viagem de trabalho e não a passeio. 

Viajar é bom mas, para mim, lugar de grávida é em casa (ou bem perto de casa).
Imagem Dulci Dantas

Contudo, minha médica não me apoiou a fazer a viagem em nenhum momento. Eu fui por causa do trabalho, com quase cinco meses de gestação. Achei que ela estava exagerando e que não tinha problema nenhum viajar, mas depois que voltei para casa mudei de opinião: "Lugar de grávida é em casa". 

Não vou defender nenhum tipo de radicalismo, vou explicar a MINHA experiência e porque mudei de opinião. Inevitavelmente, em uma viagem ao exterior, é comum andar demais. Subir e descer escadarias (de lojas e metrô). Acabei carregando mais peso do que devia. Por mais que eu conheça bem a cidade e os restaurantes, abusei da comida e sempre há aquelas situações em que eu acabei comendo "porcarias" que não devia por pura falta de opção. No final do dia eu estava muito cansada, sempre. Prometia que pegaria leve no dia seguinte, mas quando ficava diante daquela loja de departamentos gigante eu queria aproveitar e acabei exagerando a dose

À noite, não havia garantia de sono bom e reparador porque tudo era diferente do que eu estava habituada: A cama era diferente, os travesseiros, o ambiente de hotel, além do que eu havia comido no jantar. Quando estou em casa eu tenho o hábito de jantar comidas bem leves, mas durante uma viagem em que você trabalha andando o dia inteiro, a noite bate uma fome maior que o normal. E haja cházinho! O cansaço em excesso não colaborava para um a noite de descanso. Custava para dormir. 

Mas algo que poucas pessoas pensam quando vão viajar em situação de gravidez é que, dependendo do clima, você fica muito vulnerável. Estava frio em Londres, e quente devido aos aquecedores dentro das lojas. Eu poderia ter facilmente me resfriado (ou coisa pior), como já aconteceu tantas vezes. Escapei desta vez, dei sorte. Além disso, os ambientes de grandes magazines, shoppings e principalmente aeroportos não tem um ar muito saudável por serem fechados, e também devido a aglomeração de pessoas. Disso eu só me toquei no vôo de volta para casa, lotado, quando uma senhora super doente - tossindo e espirrando muito - sentou do meu lado e viajou doze horas passando muito mal. O ar condicionado do avião estava gélido, apesar de termos reclamado inúmeras vezes com os atendentes de vôo, sem sucesso algum. Ali eu percebi que corri um risco enorme de ficar doente. E não poderia tomar quase que nenhum remédio, pois grávidas tem uma restrição enorme quanto a tratamentos e medicamentos. Quando desembarquei, depois de várias idas ao banheiro, de uma alimentação péssima no avião, de ter virado uma noite em claro e com frio apesar dos casacos, pashmina e cobertor, eu tinha os pés inchados e um cansaço no corpo que me alertou que precisava rever alguns conceitos. Gravidez não é doença e ninguém precisa preciso ficar trancada em casa mas, depois dessa, eu decidi que não iria viajar mais para lugar nenhum. Havia uma prioridade máxima em minha vida que estava exigindo que eu mudasse algumas atitudes, dissesse "não" para algumas situações e pegasse leve na rotina. Por isso eu digo que "lugar de gestante é em casa".


19 de julho de 2014

Banheiro novo com tudo no lugar

Um banheiro com visual mais feminino.
Imagem Dulci Dantas
 

Ter reformado o meu banheiro foi assim... um sonho! Na minha suíte tínhamos um banheiro antigo, com revestimentos velhos e escuros, box fumê (ai como eu não gostava dele de jeito nenhum!!!) e metais muito antigos. Enfim, era um banheiro que não tinha nada a ver comigo.

Na reforma tive a oportunidade de trocar tudo. Além de revestimentos claros e metais novos, louças brancas, fizemos também um novo gabinete sob medida. Ele chegou esta semana e eu já fiquei feliz da vida com o resultado, agora tenho onde guardar tudo!


Imagem Dulci Dantas

O espaço não era muito grande, mais ou menos um metro. Em uma metade do móvel optei por dois nichos, separados por uma prateleira (uma para mim e outra já com coisas de banho de criança), e do outro lado eu optei por três gavetas, e é sobre elas que eu quero falar. 

























Na primeira gaveta (foto abaixo), pequena e mais rasa, eu guardo toda a minha maquiagem. Como em tudo que diz respeito a beleza, aparência e closet eu optei por ter somente o básico de uso diário, então NÃO tenho dezenas de estojos de sombras e blush e pó e BBCreams e batons mil. Tudo coube nessa gaveta, que eu abro pela manhã, dou aquele "up" no visual e só volto a abrir a noite para os cremes noturnos.  Adorei! Tudo arrumado e em um só lugar.

Há muito tempo reduzi minha maquiagem ao básico e ao que realmente uso no dia-a-dia.
Minha marca favorita de maquiagem é a Clinique e para cremes eu gosto da Mantecorp (ótima demais!!!), e as francesas Avene e La Roche Posay.
Imagem Dulci Dantas


A segunda gaveta eu organizei itens de uso diário mas que não precisam ficar na bancada, causando um visual "entulhado", tais como cremes para o corpo, desodorante, absorventes, esfoliante que só uso uma vez por semana, lenços umedecidos, um rolo de papel higiênico extra, etc. Também é uma gaveta que abro somente ao me arrumar ou após o banho. 

Itens essenciais ao alcance da mão mas sem bagunçar a bancada.
Imagem Dulci Dantas


E a terceira gaveta - AMEI MUITO - eu pedi no projeto que ela fosse funda. É um caixote na verdade. Nela eu guardo o estoque das coisas que compro em viagens (Victoria's Secrets, Cetaphil e por aí vai...) e minhas compras mensais tais como shampoo, condicionador, sabonete líquido e em barra, pastas de dentes, hidratantes, algodão em discos... Como ela é uma gaveta funda, os produtos podem ser guardados em pé, sem o risco de derramar, além de ficarem bem organizados. E coube muitas coisas!!!

Gosto de comprar itens de higiene e toilette mensalmente para facilitar a vida, mas também não gosto de ter coisas demais porque acabam estragando antes mesmo de conseguir usar.
Imagem Dulci Dantas

Valeu cada centavo. A meta, agora, é só comprar o que cabe nesse gabinete, de modo a não entulhar o banheiro nem a bancada, muito menos meu armário. O melhor de morar em um apartamento por muitos anos e depois reformá-lo é que, no momento de projetar espaços e móveis, nós sabemos exatamente do que precisamos para o dia-a-dia. Fica bem mais fácil e o resultado costuma ser um prazer.

Nota: As fotos foram feitas exatamente como guardei as coisas, não quis produzir tudo perfeitinho porque EU SEI que, no dia-a-dia e na correria, ninguém tem gavetas e closet ultra impecáveis que nem nas fotos de revistas de decoração e organização. Espero que tenham gostado.


18 de julho de 2014

Amiguinhos de tecido


Amor em 100% algodão e bordado a mão.
Imagem Dulci Dantas


Atualmente tenho observado que as crianças têm muitos brinquedos de plástico made in China. Brinquedos que brincam sozinhos. Que a criança aperta um botão e o brinquedo dança, pula, toca, acende e pisca e a criança apenas fica assitindo. Gosto muito dos brinquedos chamados "educativos",   principalmente pelas experiências sensoriais que eles proporcionam. Tocar na madeira, no tecido e em superfícies variadas que estimulem os sentidos, como tato e olfato, pode ser um despertar interessante para a criança. Falo isto porque cresci no ateliê de costura da minha mãe, sempre em contato com texturas diferenciadas, e isso plantou em mim um grande interesse e amor pelo universo têxtil. Talvez por isso, desde que engravidei eu tinha em mente fazer alguns amiguinhos de tecido para meu bebê, ao invés de comprar um monte de brinquedos de plástico ou bichinhos prontos.


Macio e fofinho para acompanhar o soninho.
Imagem Dulci Dantas.

Essa semana saiu da minha máquina de costura mais um amiguinho para a Melina. Tive a idéia de fazer essa almofada em formato de elefante (estilizado, claro!), com orelhinha acolchoada. Sei lá de onde saiu a idéia, decidi fazer e fui fazendo... e no final o resultado foi esse da foto. Eu adorei. Espero que minha pequena também goste.